A fonte explica que dificilmente o banco conseguirá recuperar o sistema informático pelo facto de ocorrerem mais de dois ataques diferentes e os hackers não exigirem resgate.
Segundo o especialista Marcio Muhongo, além do roubo dos documentos, Muhongo não descarta a possibilidade de os hackers terem feito “avultadas” transferências de dinheiro, de modo que recomenda às instituições públicas e privadas a investirem “fortemente” na segurança cibernética, já que o preço a pagar por um ataque é mais caro e, às vezes, fora da possibilidade das instituições, podendo até levá-las a decretar falência.
Por sua vez, o BPC confirma que um dos ataques que sofreu é o ransomware, mas nega que tenha havido roubo de documentos. Sem saber o propósito dos hackers, o banco explica que não foi ainda possível recuperar completamente o sistema informático e não sabe quanto tempo durará o processo. Apesar disso, refere, “o banco já está a funcionar quase na normalidade”, estando em curso a instalação de uma nova plataforma trecnológica.
Valor Econômico


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