A Comissão instaladora do projecto político em fase de legalização, Movimento de União Nacional (MUN), realizou, na tarde desta quinta-feira, 25, uma conferência de imprensa, em Luanda, onde fez o balanço sobre o andamento do processo de recolha de assinaturas efectuadas por todo país.
“Damos a conhecer que o MUN conseguiu recolher as assinaturas em todas as províncias, que são mais de oito mil subscrições”, disse e realça que apesar de terem conseguido este feito, “não demos por encerrado o processo de recolha”.Segundo o vice-coordenador geral do MUN, Kumuelo Sebastião, foram recolhidas mais de oito mil assinaturas em todo território nacional, que serão remetidas nos próximos dias às administrações municipais.
Na ocasião, o vice-coordenador geral fez saber que apesar de terem conseguido recolher o número superior exigido pelo Tribunal Constitucional (TC), os responsáveis destacados em todos os municípios do país continuam a trabalhar na recolha de assinaturas.
Com menos de um mês do fim prazo de seis meses dado pelo Tribunal Constitucional para recolha de assinaturas devidamente reconhecidas nas administrações e posteriormente serem remetidas junto ao gabinete dos partidos políticos do TC, Kumuelo Sebastião apela aos responsáveis das administrações municipais a serem céleres no deferimento das declarações de residências, face às várias relações que as demais comissões instaladoras têm levantado.
“Os responsáveis do MUN vão dar entrada nos processos na próxima semana nas administrações locais, desde já , apelamos o bom senso dos servidores públicos na celeridade dos dossiers, porque o TC trabalha com prazo”, disse.O MUN solicitou, através de uma carta ao TC, para prorrogação do prazo de entrega das subscrições junto deste tribunal eleitoral.
“Este é desejo de todos os munistas, em concorrer nas próximas eleições gerais. O grande sonho é de repensar Angola e devolver à pátria a sua grandeza e isso só vai se efectizar com o MUN no poder”, finalizou.
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