Através do seu órgão de comunicação e marketing, o maior partido da oposição repudia a ideia ampliada nas redes sociais que a UNITA estaria a preparar a tomada do poder com sucessivas manifestações de rua e acusa os serviços de informação de
"Está em circulação nas redes sociais, desde o dia 19 de Novembro de 2020, um panfleto cobardemente não assumido, como de hábito. Nele faz-se alusão à uma suposta reunião, de cuja agenda constaria a preparação da tomada do Palácio Presidencial por meio de manifestações em datas e cenários preconizados pela não astuta imaginação dos autores deste panfleto", é o primeiro ponto de comunicado do Secretariado Nacional de Comunicação e Marketing da UNITA.
O maior partido da oposição lembra que estas "campanhas de intoxicação da opinião" são recorrentes, "orquestradas por gabinetes de forças do mal", prosseguem, para acrescentar que foi assim em 1975 e 1992, "criando fantasmas de golpe de Estado no intuito de neutralizar adversários políticos ou calar vozes de membros da sociedade civil que não concordam com a gestão do país, pelo partido do poder, há 45 anos".
O partido liderado do Adalberto da Costa Júnior insiste que não divide a família angolana e quem o faz, argumenta, são os serviços de informação pagos com os recursos de todos os angolanos, que em vez de trabalharem para a coesão nacional, fomentam a disputa partidária.
"A presidência de José Eduardo dos Santos nunca desceu tão baixo no âmbito da negação dos direitos democráticos", pode ler-se ainda no comunicado do Secretariado Nacional de Comunicação e Marketing do Galo Negro.

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